Onde está a nova geração que ia se levantar?

O sociólogo Zygmunt Bauman já dizia: “Todas as palavras da moda tendem a um mesmo destino: quanto mais experiências pretendem explicar, mais opacas se tornam”. E de tempos em tempos, surge uma expressão, um jargão, um chavão, enfim, algo de moda, que evoque o lugar-comum e que tente se impregnar na cabeça das pessoas.

 Ouvi, vi e li sobre muitos cantores dizendo que uma geração ia se levantar. Outros diziam que uma nova geração iria impactar o Brasil. Alguns chegavam a dizer que estava surgindo uma geração de adoradores, de apaixonados, de homens-bomba da fé… Enfim, conclamaram que a tal geração iria chegar. O problema é que o tempo passa, e as coisas permanecem praticamente do mesmo jeito.

 A geração não chegou. Se ela chegou, o lugar dela tem sido nos momentos de louvor e de culto, nos quais as pessoas levantam as mãos, repetem refrões centenas de vezes durante vários minutos, mas não se mobilizam fora desses ambientes.

 A geração não chegou. Se chegou, não tem sido tão operante numa sociedade impura ideológica, moral e – sobretudo – espiritualmente. O que se vê é um povo frio, uma sociedade pervertida, desunida, desumana, amoral e imoral.

 A geração não chegou. Se chegou, ela está apenas na boca dos “geradores”, cujo número dos que fazem parte desse novo tempo está sempre estagnado. É uma geração que diz que tal cidade é de Cristo, quando a mesma cidade se descarrila para o abismo da iniquidade e da abominação.

 A geração não chegou. Se chegou, ela é invisível ou alheia, pois seus novos participantes são imóveis, não levam a Boa Mensagem para os outros e não se pronuncia ante o pecado que corrompe aqueles que, por certo, carecem de salvação.

A geração não chegou. Se chegou, ela só quer saber de cantar, de marchar, de exorcizar, de mercantilizar, mas não liga para salvar vidas, estender a mão, levantar o imundo da escória, dar um novo recomeço a quem errou.

A geração não chegou. Se chegou, precisa se preocupar em arrancar ovelhas das patas do lobo feroz em vez de brigar com gerações de “outros pastos”.

A verdadeira geração sempre existiu. A geração dos que oram, que jejuam, que buscam, que intercedem, que falam com Deus, que estão além dos púlpitos, palcos e bancos, que vão além das palmas, dos pulos e dos gritos.

 Não precisamos inventar geração disso ou daquilo por aí. A geração eleita já foi conquista por um alto preço, que não carece de invencionices para cair no gosto do povo.

Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos; como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração.” (Atos 17.28)

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Congresso da Umadev 2010

Armas que derrotam gigantes

Como escrevi no ultimo post, estive pregando terça-feira no culto de ensino, de nossa igreja sede em vinhedo.

O texto que foi usado como base para a ministração esta em 1º samuel 17.40 que diz:

E tomou o seu cajado na mão, e escolheu para si cinco seixos do ribeiro, e pô-los no alforje de pastor, que trazia, a saber, no surrão, e lançou mão da sua funda; e foi aproximando-se do filisteu.
 
O Senhor me fez entender neste texto acerca destas armas que davi usou para derrotar o gigante, trazendo hoje para as nossas vidas como armas espirituais para enfrentar os gigantes que nos afrontam.
A primeira arma que davi pegou foi seu cajado de pastor, o cajado representa autoridade, jesus nos disse que nos dava autoridade, pedro e joão a porta do templo usaram autoridade para curar aquele coxo, então a primeira arma que temos que usar é a autoridade.

A segunda foi cinco seixos ou cinco pedras, que podem representar a nossa FÈ, foi a pedra que atingiu o gigante, porque somente uma pedra não derrubaria o gigante, mas a fé, lançada contra aquele que afrontava ao povo de Deus, mediante a fé de davi que havia declarado que o gigante vinha contra ele com armas, mas ele ia em NOME DO SENHOR DOS EXERCITOS!

A terceira arma usada foi o alforje de pastor, que na verdade nem pode ser considerada uma arma, essa alforje era uma especie de bolsa que o pastor de ovelhas usava para levar alimento e mais algumas coisas, hoje poderiamos comparar esse alforje ao nosso coração, que é onde guardamos o alimento espiritual, é no coração que guardamos tudo aquilo que vimos e ouvimos.

A quarta arma foi a funda, a arma que davi usou para lançar a pedra contra o gigante, a funda foi a principal arma usada por davi, foi ela que lançou a pedra que acertou o gigante golias, a funda me fez lembrar a palavra de Deus, que quando é lançada, é capaz de derrotar qualquer gigante, muda qualquer situação, transformar qualquer pessoa, sendo assim a palavra é a maior arma que temos em nossas mãos.

NA PRESENÇA DO …? ATÉ A TRISTEZA SALTA DE ALEGRIA!!!

_papagaiopregadorMuitos, hoje, estão afirmando que na presença do Senhor, até a tristeza salta de alegria.

 Existem até hinos, gravados em CD´s de cantores famosos, afirmando isto.

 Pode até parecer algo bonito e verdadeiro, mas esta expressão não se refere ao Senhor.

 Esta expressão foi arrancada do livro de Jó de uma forma completamente fora de contexto, e usam isso pra emocionar o povão, virou um jargão dos pregadores.

 Em Jó 41.22 encontramos esta expressão. “Perante ele, até tristeza salta de prazer”. Há traduções que dizem. “Em sua presença até a tristeza salta de alegria”.

 A expressão está correta, mas perguntamos. Na presença de quem?

 Se você ler o contexto, que é uma obrigação de todo estudante da Bíblia, descobrirá que, desde o versículo primeiro do capítulo 41 de Jó, não está se referindo a Deus, mas está se referindo ao leviatã, que algumas versões chamam de crocodilo.

 Neste caso não é na presença de Deus que a tristeza salta de prazer, mas esta metáfora que trata realmente do susto que a pessoa tem, refere-se ao crocodilo e não a Deus.

 Cuidado para não tirar conclusões precipitadas, principalmente quando se refere à Palavra de Deus.

A minha vitória tem sabor de mel?

Assim começa o Salmo 20: “O SENHOR te ouça no dia da angústia; o nome do Deus de Jacó te proteja” (v.1). Não vemos aqui propriamente um hino de louvor a Deus, mas uma mensagem para o rei. Mesmo assim, a grandeza do Senhor é o que mais se destaca nesse salmo. No Salmo 37, a letra da composição também é um estímulo para o justo: “Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniquidade. Porque cedo serão ceifados como a erva e murcharão como a verdura” (vv.1,2). No entanto, nota-se, nos quarenta versículos desse salmo, que a ênfase recai na Ajuda do Alto para os servos do Senhor. A Harpa Cristã — hinário oficial das Assembleias de Deus, editado pela CPAD —, a despeito de não ser perfeita, segue o estilo contido nos Salmos. A maioria das suas composições é de louvor a Deus, mas também possui hinos com mensagens inspirativas para os servos de Deus. Assim começa, por exemplo, o hino 4: “Não desanimes, Deus proverá; Deus velará por ti; sob suas asas te acolherá; Deus velará por ti”. Não é de hoje que existem hinos cuja letra é uma mensagem animadora, confortante para o crente, em vez de conterem palavras de louvor dirigidas diretamente a Deus. A despeito disso, boa parte dos Salmos bíblicos começam com ordens expressas, como “Louvai” e “Cantai”. Se tomarmos como base esse livro veterotestamentário, a maioria dos nossos hinos deveria ser de enaltecimento ao nome do Senhor, posto que apenas uma pequena parte dos Salmos é de composições com mensagens de exortação, de estímulo para o justo. Bem, como vimos, não há problema algum em uma parte dos hinos evangélicos conterem mensagens inspirativas, em que se menciona o cuidado de Deus para com os seus servos fiéis. Mas o que é preocupante é o fato de, hoje, a maioria (quase todas) das composições evangélicas não pertencer à modalidade louvor e adoração. Além disso, é preciso fazer uma distinção entre os hinos inspirativos e as canções de autoajuda ou que contêm sentimento de vingança. Estas, aliás, apesar de serem as que fazem mais sucesso no meio evangélico, não podem sequer ser consideradas hinos cristocêntricos, e sim canções antropocêntricas, posto que a sua ênfase recai nas necessidades e na vitória do ser humano, em detrimento da grandeza de Deus e da obra redentora. A canção Sabor de Mel, cujos vídeos no YouTube já atingem a casa dos milhões. Ela até começa bem, mencionando o agir de Deus na vida do crente fiel. Entretanto, ao longo da composição, não se vê menção clara e prioritária aos atributos do Senhor. Pelo contrário, o que se sobressai são bordões de autoajuda e que contêm sentimento de vingança. É claro que há também erros de construção frasal na aludida canção, mas não vou mencionar isso para que os leitores não se desviem do foco. Observe como o sentimento de vingança se evidencia neste trecho: “Quem te viu passar na prova e não te ajudou, quando ver você na benção vão se arrepender; vai estar entre a platéia, e você no palco…” Esse tipo de sentimento, que leva o cristão a querer mostrar aos outros que ele é vencedor, e os seus inimigos derrotados, não combina com a vida cristã. Seria bom que todos os compositores lessem as palavras de Jesus registradas em Mateus 5-7. Ainda sobre o hit Sabor de Mel, o refrão, à luz do contexto da composição, dá a ideia de que o crente está, como um jogador de futebol que conquista um campeonato, comemorando de modo provocativo, como que alfinetando os derrotados: “Mas minha vitória hoje tem sabor de mel, tem sabor de mel, tem sabor de mel. A minha vitória hoje tem sabor de mel”. Ou seja, é como se o servo de Deus tivesse a necessidade de mostrar a todos que ele venceu, e os seus inimigos perderam. Isso, definitivamente, não combina com a vida cristã. Que Deus cuida do justo não há dúvidas. Mas não cabe a nós a vingança nem o sentimento de vingança. Em Romanos 12.19,20 está escrito: “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira [de Deus], porque está escrito: Minha é a vingança; eu recompensarei, diz o SENHOR. Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça”.

Jogador Ricardo Oliveira Pregando

Enxergando o Milagre!!!

Lucas capitulo 17 a partir do versículo 11 nos fala acerca de dez leprosos, nos diz a Bíblia que esses dez leprosos foram ter com Jesus e começaram a clamar; Jesus, Mestre tem misericórdia de nós!

Diz a palavra, que Jesus vendo-os, disse-lhes, vai, e mostrai-vos aos sacerdotes, e aconteceu que, indo eles, ficaram limpos.

Mas também nos revela a palavra que UM deles VENDO que estava são, voltou glorificando a Deus em alta voz, e esse caindo aos pés de Jesus, com o rosto em terra, o dava graças.

Jesus perguntou onde estavam os outros nove, porque dez tinham sido limpos, e só voltou um para agradecer, e este era samaritano.

Jesus ainda disse que não teve quem voltasse para dar gloria, senão este estrangeiro e o despediu dizendo levanta-te e vai, a tua fé te salvou!

 Eu não quero aqui enfatizar, ou focar a questão de ter sido um samaritano, o único a ter voltado para dar glória, mas eu gostaria de meditar nesta palavra acerca do fato de apenas UM ter visto o milagre.

A Bíblia é clara em dizer, que UM VENDO QUE ESTAVA SÃO VOLTOU GLORIFICANDO A DEUS EM ALTA VOZ!

Na verdade Deus ainda tem operado milagres, maravilhas, mas as maiorias das pessoas fecham os olhos, não conseguem enxergar, até são abençoados, curados, libertos, lavados pelo sangue e pela graça de Jesus, mas não conseguem VER, e o que é pior, como conseqüência da falta de visão, acabam deixando de glorificar a Deus, seja em alta voz, seja com atitudes ou ate mesmo com seu modo de viver.

O que precisamos fazer é abrirmos os nossos olhos, e deixarmos Deus nos revelar a sua gloria, o seu poder e o seu amor.

Tem um ditado que diz que o pior cego é aquele que não quer enxergar, no caso desses dez leprosos os outros nove não viram que tinham sido limpos pelo poder de Deus, só um viu e agradeceu, acredito que ainda hoje é assim, não sei se nessa proporção, cada dez, um enxerga, mas a falta de visão é notória em nossos dias, que sejamos igual a esse que viu o milagre!!!

Veja, Enxergue, Viva o milagre de Deus na sua vida e não se esqueça de sempre Agradecer!!!

 Graça e Paz – Pb Julio César Bertie